Se você trabalha no campo, é importante conhecer seus direitos para garantir que você e sua família estejam protegidos. Muitas vezes, os trabalhadores rurais enfrentam condições difíceis, e saber o que é garantido por lei pode fazer toda a diferença na sua vida. Aqui estão alguns dos principais direitos que você, como trabalhador rural, precisa conhecer: Salário Mínimo Garantido Todo trabalhador rural tem direito a receber, no mínimo, o salário mínimo vigente. Se você trabalha em uma fazenda, usina, ou qualquer outro local no campo, seu patrão deve pagar pelo menos o valor estipulado como salário mínimo. Se você está recebendo menos do que isso, seu direito está sendo violado. Jornada de Trabalho A jornada de trabalho para trabalhadores rurais é de, no máximo, 44 horas semanais. Além disso, você tem direito a um intervalo de descanso durante o dia e um dia de folga semanal, normalmente aos domingos. Se você está trabalhando mais horas sem receber horas extras, isso não está certo. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Adicional de Periculosidade e Insalubridade Se você trabalha com máquinas pesadas, produtos químicos, ou em condições que oferecem risco à saúde, como exposição ao calor intenso, você pode ter direito a um adicional de periculosidade ou insalubridade. Isso significa que você deve receber um valor extra no seu salário para compensar os riscos envolvidos. Férias Todo trabalhador tem direito a 30 dias de férias remuneradas após 12 meses de trabalho. Durante as férias, você deve receber um adicional de 1/3 do seu salário. Isso é garantido por lei e deve ser respeitado pelo empregador. FGTS e Seguro-Desemprego O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito seu. Seu patrão deve depositar mensalmente uma porcentagem do seu salário em uma conta de FGTS. Além disso, se você for demitido sem justa causa, tem direito ao seguro-desemprego. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Se você trabalha em condições perigosas, seu empregador é obrigado a fornecer equipamentos de proteção individual, como botas, luvas, capacetes, entre outros. Esses equipamentos são essenciais para garantir sua segurança no trabalho. Prêmio de Produção: Seu Direito de Receber e Como Garantir Se você é trabalhador rural e recebe um prêmio de produção no seu trabalho, saiba que esse valor pode ser parte importante do seu salário. Muitas empresas pagam esses prêmios, mas não explicam as regras, e às vezes até deixam de pagar sem justificativa. Isso é errado e você pode exigir seus direitos! Quando o prêmio de produção é pago com regularidade, ele se torna parte do seu salário. Isso significa que ele deve ser considerado no cálculo de horas extras, férias, 13º salário, FGTS, e INSS. Se a empresa parou de pagar o prêmio ou nunca explicou como ele era calculado, você tem o direito de exigir esse valor na Justiça do Trabalho Respeito e Dignidade Nenhum trabalhador deve ser tratado com desrespeito ou submetido a condições degradantes. Assédio, humilhação, ou qualquer forma de discriminação no trabalho são práticas ilegais e você tem o direito de buscar justiça se isso acontecer. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Como Garantir Seus Direitos Se algum desses direitos não está sendo respeitado, é importante buscar orientação legal. Um advogado especializado pode ajudar você a entender o que fazer e como garantir que seus direitos sejam cumpridos. Muitas vezes, as pessoas têm medo de perder o emprego se reclamarem, mas é essencial saber que existem leis para proteger você. Conclusão Conhecer e exigir seus direitos é o primeiro passo para garantir uma vida digna para você e sua família. Não deixe de buscar orientação e lutar por aquilo que é seu por direito. Lembre-se: um trabalhador bem informado é um trabalhador mais forte. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Fale com um Especialista
Adicional de Insalubridade para Trabalhadores Rurais: Saiba Seus Direitos
Se você trabalha no campo e lida diariamente com agentes químicos, calor extremo, poeiras minerais, ou ruídos, pode ter direito ao adicional de insalubridade. Esse adicional é um valor extra no salário, destinado a compensar o risco à saúde que a sua atividade laboral representa. O que é o Adicional de Insalubridade? O adicional de insalubridade é um direito garantido pela legislação trabalhista para trabalhadores que estão expostos a condições prejudiciais à saúde. Esse adicional pode variar de 10% a 40% do salário mínimo, dependendo do grau de insalubridade a que você está exposto. Quem Tem Direito? Você tem direito ao adicional de insalubridade se, no seu trabalho, estiver exposto a agentes nocivos, como produtos químicos (graxas, álcalis, solventes), ruídos excessivos, ou condições extremas de temperatura e poeira. Mesmo que essa exposição não seja contínua, ainda assim você pode ter direito ao adicional. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Equipamentos de Proteção Individual (EPI) O fornecimento de EPIs adequados é uma obrigação do empregador. Se a empresa onde você trabalha não fornece esses equipamentos, você pode buscar o adicional de insalubridade. Como o Adicional é Calculado? O adicional é calculado com base no salário mínimo e varia de acordo com o grau de insalubridade. Se o seu trabalho é classificado como de grau máximo de insalubridade, o adicional será de 40% sobre o salário mínimo. Além disso, esse valor também é levado em conta para calcular férias, 13º salário, FGTS, entre outros. O Que Fazer se Você Não Recebe Esse Direito? Caso você não receba o adicional de insalubridade, mesmo trabalhando em condições insalubres, é fundamental buscar orientação jurídica. Aqui no nosso escritório temos advogados especializados que podem ajudar você a garantir que você receba todos os valores devidos, incluindo pagamentos retroativos corrigidos. Conclusão Não deixe de exigir seus direitos. Se você trabalha em condições insalubres, deve ser adequadamente compensado. O adicional de insalubridade é um direito seu, e garantir esse pagamento é fundamental para proteger sua saúde e segurança financeira. Se você está nessa situação, toque no botão do WhatsApp agora mesmo e fale com a nossa equipe de advogados especializada em Direitos Trabalhistas do trabalhador rural para garantir que seus direitos sejam respeitados e você receba a remuneração justa pelo trabalho realizado Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Fale com um Especialista
Prêmio de Produção: Seu Direito de Receber e Como Garantir
Se você é trabalhador rural e recebe um prêmio de produção no seu trabalho, saiba que esse valor pode ser parte importante do seu salário. Muitas empresas pagam esses prêmios, mas não explicam as regras, e às vezes até deixam de pagar sem justificativa. Isso é errado e você pode exigir seus direitos! O Que é o Prêmio de Produção? O prêmio de produção é uma forma de bonificação que algumas empresas oferecem para incentivar os trabalhadores a bater metas ou realizar tarefas específicas. No entanto, mesmo que a empresa não tenha estabelecido metas claras, se você recebeu esse prêmio de forma constante, ele faz parte do seu salário. Seus Direitos Quando o prêmio de produção é pago com regularidade, ele se torna parte do seu salário. Isso significa que ele deve ser considerado no cálculo de horas extras, férias, 13º salário, FGTS, e INSS. Se a empresa parou de pagar o prêmio ou nunca explicou como ele era calculado, você tem o direito de exigir esse valor na Justiça do Trabalho. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Como Proceder? Documente Tudo: Guarde seus holerites e qualquer documento que comprove o pagamento do prêmio. Exija Transparência: Se o prêmio não está sendo pago ou se os valores diminuíram, questione a empresa. Procure Ajuda: Se você acredita que seus direitos não estão sendo respeitados, fale com um advogado especialista em direitos do trabalhador rural sobre a sua situação tocando no botão de WhatsApp abaixo. Conclusão O prêmio de produção é um direito seu e deve ser respeitado. Não deixe de exigir o que é justo. Se a empresa onde você trabalha não está cumprindo com suas obrigações, você pode buscar na Justiça o que é seu por direito. Por isso, não deixe que o seu patrão fique com o dinheiro do seu prêmio de produção. Toque no botão do WhatsApp agora mesmo e fale com a nossa equipe de advogados especializada em Direitos Trabalhistas do trabalhador rural para garantir que seus direitos sejam respeitados e você receba a remuneração justa pelo trabalho realizado. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista
Do Intervalo Intrajornada: Respeite Seu Direito ao Descanso
Se você trabalha mais de seis horas por dia, a lei garante que você tenha de uma a duas horas de intervalo para descanso e alimentação. No entanto, se esse direito não for respeitado, o empregador deve pagar o período suprimido com um adicional de 50%. Por exemplo, se você só consegue parar por 15 minutos e depois volta ao trabalho, ou se os cartões de ponto não refletem a realidade, você tem direito a essa indenização. O Que Fazer? Caso você esteja em uma situação onde não tem o tempo adequado para descansar, ou se a empresa preenche os horários de descanso por você, procure orientação para buscar esse direito tocando no botão abaixo. A justiça do trabalho reconhece a necessidade do intervalo, e a falta dele gera compensações financeiras significativas. Conclusão Não deixe que o seu patrão fique com o dinheiro do intervalo intrajornada que você trabalhou mas deveria estar descansando. Toque no botão do WhatsApp agora mesmo e fale com a nossa equipe de advogados especializada em Direitos Trabalhistas do trabalhador rural para garantir que seus direitos sejam respeitados e você receba a remuneração justa pelo trabalho extra realizado. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Fale com um Especialista
Horas Extras no Trabalho Rural: Conheça Seus Direitos
Você sabia que, como trabalhador rural, você tem direito ao pagamento correto das horas extras? É comum em empresas do agronegócio, usinas e grandes propriedades rurais que os trabalhadores sejam submetidos a jornadas cansativas sem a devida remuneração. Isso é ilegal, e você deve receber pelo tempo extra trabalhado, incluindo trabalhos em domingos e feriados. O Que São Horas Extras? Horas extras são aquelas que você trabalha além da sua jornada contratual. Por lei, você tem direito a receber um adicional sobre essas horas, que varia entre 50% a 100% do valor da sua hora normal, dependendo se as horas extras foram feitas em dias úteis, domingos ou feriados. Exemplo de Violação Imagine que você trabalha como técnico de automação agrícola em uma usina e sua jornada oficial é de 8h diárias. Porém, devido à alta demanda, você frequentemente trabalha 2 a 3 horas a mais, sem que esse tempo seja registrado no ponto ou remunerado corretamente. Essas horas extras precisam ser pagas com os adicionais corretos, o que muitas vezes não acontece. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista O Que Fazer? Se você está fazendo horas extras sem a devida compensação, você pode e deve buscar esses direitos. Você pode exigir o pagamento das horas extras, incluindo aquelas não registradas no ponto, além de reflexos em outras verbas trabalhistas como 13º salário, férias, FGTS e aviso prévio, o que deixa a sua indenização ainda maior. Conclusão Não aceite trabalhar horas a mais sem receber por isso. Conheça seus direitos e lute por uma remuneração justa. Se você está nessa situação, toque no botão do WhatsApp agora mesmo e fale com a nossa equipe de advogados especializada em Direitos Trabalhistas do trabalhador rural. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Fale com um Especialista
Igualdade salarial no Trabalho Rural: Conheça Seus Direitos
Você sabia que trabalhadores rurais têm direito à igualdade salarial quando, apesar de desempenhar a mesma função, recebem salário menor do que seus colegas recebem? A legislação trabalhista garante que, se você exerce as mesmas tarefas com igual produtividade e perfeição técnica, no mesmo local e para o mesmo empregador, você deve receber o mesmo salário. Casos Comuns de Violação No campo, é comum que trabalhadores rurais enfrentem injustiças salariais. Imagine dois técnicos de automação agrícola trabalhando na mesma usina. Um deles recebe R$ 2.887,00, enquanto o outro, que começou poucos meses depois, recebe apenas R$ 1.350,00. Isso é uma violação dos direitos trabalhistas e precisa ser corrigido. O Que Fazer? Se você percebe que está ganhando menos do que um colega que faz o mesmo trabalho, é seu direito buscar a equiparação salarial (igualdade salarial). Por isso, toque no botão do WhatsApp agora mesmo e fale com a nossa equipe de advogados especializada em Direitos Trabalhistas do trabalhador rural. Conclusão Não deixe que diferenças salariais injustas passem despercebidas. Conheça seus direitos e lute por um tratamento justo no trabalho. Se você se encontra nessa situação, toque no botão do WhatsApp agora mesmo e destrave todos os seus direitos trabalhistas. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista
Direitos dos Trabalhadores Rurais: Entenda o Adicional de Insalubridade
Você sabia que trabalhadores rurais podem ter direito ao adicional de insalubridade? Se você trabalha no campo e está exposto a condições insalubres, esse direito pode aumentar sua remuneração. Vamos explicar de forma simples o que você precisa saber sobre isso. O que é Insalubridade? Insalubridade é quando o trabalho coloca sua saúde em risco, como, por exemplo, ao manusear agrotóxicos, graxa e óleo, ou trabalhar em ambientes muito barulhentos. Para compensar esse risco, a lei brasileira garante um adicional no salário, que pode ser de 10%, 20%, ou 40% do salário mínimo, dependendo do grau de insalubridade. Como Funciona o Adicional de Insalubridade? O adicional de insalubridade é um direito garantido pela Constituição Federal e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Se o seu trabalho for considerado insalubre, você deverá receber um valor extra em seu salário. Esse valor varia conforme a gravidade da insalubridade e é calculado sobre o salário mínimo. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Quem Avalia se o Trabalho é Insalubre? Para garantir esse direito, é necessária uma perícia técnica. Um perito vai até o local de trabalho e avalia as condições. Ele verifica, por exemplo, se você está exposto a produtos químicos como agrotóxicos, óleo e graxa ou se trabalha com máquinas muito barulhentas. Se for confirmado que seu trabalho é insalubre, você tem direito ao adicional. Principais Riscos no Trabalho Rural Alguns dos principais riscos enfrentados pelos trabalhadores rurais incluem: Agrotóxicos: Exposição a produtos químicos que podem causar sérios danos à saúde. Produtos químicos: se tem contato com produtos como óleo, graxa, desengraxantes, causando dano à saúde Máquinas: Ruído excessivo de tratores e outras máquinas. Animais: Riscos biológicos, por exemplo ao realizar ordenha ou cuidados com gado ou outros animais Doenças: Exposição a zoonoses, que são doenças transmitidas por animais. Como Garantir Seus Direitos? Se você acha que seu trabalho é insalubre, toque no botão de WhatsApp logo abaixo. Um advogado especializado em direitos do trabalhador rural irá ajudar você a garantir que você receba o que é seu por direito, então, toque no botão! Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Conclusão O adicional de insalubridade é um direito importante para proteger a saúde dos trabalhadores rurais. Se você trabalha em condições insalubres, não deixe de buscar esse direito. Ele pode fazer uma grande diferença na sua vida e na de sua família. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Advogado Pedro Afonso
Conheça Seus Direitos Como Trabalhador Rural no Brasil
Você sabia que, como trabalhador rural, você tem uma série de direitos garantidos por lei? Esses direitos são fundamentais para garantir que você receba o que é justo e trabalhe em um ambiente seguro. Vamos entender melhor o que você tem direito? QUEM É CONSIDERADO TRABALHADOR RURAL? No Brasil, há mais de 30 milhões de trabalhadores rurais e é uma classe de trabalhadores que mais possuem direitos trabalhistas sendo violados! Se você trabalha na agricultura, pecuária, ou qualquer atividade relacionada à terra, como manejo florestal ou colheita, saiba que você é considerado um trabalhador rural. Isso significa que você presta serviços importantes em uma propriedade rural e recebe um salário por isso. Trabalhando de forma contínua e sob a direção de um empregador rural, você tem direitos específicos que protegem seu esforço e garantem uma remuneração justa pelo seu trabalho. Mas que direitos são esses? É o que vamos contar para você agora mesmo! Carteira de Trabalho Assinada A carteira de trabalho assinada é o seu principal documento de garantia dos direitos trabalhistas. O empregador rural deve anotar a data de admissão, salário, data de dispensa, e as férias. Isso assegura que você esteja protegido por todos os direitos previstos na lei. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Salário Justo e Remuneração Todo trabalhador rural tem direito a um salário justo. Se você não está coberto por um acordo sindical, o salário mínimo atual é o mínimo que deve ser pago. Lembre-se: o que está acordado no contrato ou na legislação é o que você deve receber, nada menos! Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) Você também tem direito de receber o FGTS. O seu empregador deve depositar mensalmente 8% do seu salário em uma conta específica vinculada ao FGTS. Caso ele não faça isso, está violando a lei, e você pode reivindicar seus direitos. Décimo Terceiro Salário O tão esperado 13º salário também é um direito seu. Ele deve ser pago até o final do ano e é um alívio financeiro para você e sua família. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Jornada de Trabalho e Horas Extras Sua jornada de trabalho deve ser de no máximo 8 horas por dia ou 44 horas por semana. Se você trabalhar além disso, tem direito a horas extras, que devem ser compensadas ou pagas com um adicional de pelo menos 50% sobre a hora normal, mas pode ser que seja maior! Além disso, se você é um trabalhador rural, tem direito a um dia de descanso remunerado por semana, de preferência aos domingos. Nos dias de feriado, você deve ser receber em dobro caso precise trabalhar. Esses direitos são garantidos para assegurar que você tenha o tempo necessário para descansar, cuidar da saúde e passar tempo com a família, sem perder a justa compensação financeira pelo seu trabalho. Adicional Noturno Trabalhar à noite? Você tem direito a um adicional de 25% sobre o que você ganha se trabalhar entre 21h e 5h na lavoura, ou entre 20h e 4h na pecuária. Segurança no Trabalho O seu empregador é responsável por garantir um ambiente de trabalho seguro. Ele deve fornecer os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e respeitar todas as normas de segurança e saúde. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista Outros Direitos Importantes Você também tem direito a: Previdência Social e Aposentadoria: Contribuir para a previdência é fundamental para garantir uma aposentadoria tranquila no futuro. Férias Anuais Remuneradas: Com um adicional de 1/3 sobre o seu salário. Licença-Maternidade e Paternidade: Direito garantido por lei para que você possa cuidar da sua família. Seguro-Desemprego: Em caso de demissão sem justa causa. Adicional de Insalubridade ou Periculosidade: Se você trabalha em condições que colocam sua saúde ou vida em risco. Garanta seus direitos como trabalhador rural! Toque no botão de WhatsApp abaixo e fale agora mesmo com um advogado especialista em Direitos do Trabalhador Rural. Precisa de ajuda especializada? Fale com um Especialista ADVOGADA VITÓRIA SANTOS
A importância da ação imediata em casos de violações de direitos trabalhistas.
O relato a seguir enfatiza a máxima “o direito não socorre aos que dormem” no contexto de acidentes de trabalho. Abordaremos um caso prático que ilustra a importância de agir prontamente após uma violação de direito trabalhista para garantir a reparação justa. 1. O Caso do Operário Este caso envolve um operário que, após um grave acidente de trabalho resultando na amputação de uma perna e na perda significativa de mobilidade na outra, enfrentou grandes desafios. Apesar de seu estado, ele aguardou até ser demitido, nove anos depois do acidente, para buscar reparação judicial. 2. A Questão da Prescrição De acordo com a lei, o prazo de 5 anos para a reivindicação de reparação (prescrição) inicia com o conhecimento do dano. No caso do operário, a justiça entendeu que o prazo prescricional começou na data do acidente, não na data da aposentadoria por invalidez ou demissão. Desta forma, quando o empregado foi demitido, 9 anos após o acidente, já havia passado o prazo para que ele tivesse direito a reivindicar qualquer tipo de reparação por parte do empregador. 3. Resultado do Caso Apesar dos esforços para demonstrar que a incapacidade laboral só foi reconhecida posteriormente e não no momento do acidente, o judiciário manteve a decisão inicial. A ação foi considerada prescrita e o operário perdeu a oportunidade de uma indenização significativa. 4. A Lição Aprendida O caso demonstra que é crucial buscar reparação logo após o acidente. Muitos trabalhadores temem perder seus empregos ao iniciar uma ação judicial, mas o atraso pode resultar na perda do direito à reparação. 5. Orientação Jurídica Imediata É essencial consultar um advogado especializado em Direito do Trabalho imediatamente após um acidente de trabalho. A orientação profissional pode ajudar a determinar o melhor curso de ação e evitar a perda de direitos por prescrição. Conclusão: Este caso é um lembrete importante de que os direitos legais requerem ação rápida. O medo de represálias no trabalho não deve impedir trabalhadores de buscar justiça. A lição é clara: em caso de acidentes de trabalho ou qualquer violação de direito trabalhista, não demore a buscar orientação jurídica. Se você ou alguém que você conhece sofreu um acidente de trabalho, é crucial agir rapidamente. Não permita que o medo ou a incerteza atrasem a busca por seus direitos. Consulte um advogado para orientação imediata. Precisa de ajuda especializada? Clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.
Engravidei no periodo de experiência, posso ser mandada embora?
A gravidez durante um contrato de experiência no trabalho pode gerar preocupações sobre estabilidade no emprego. Este artigo visa esclarecer os direitos das gestantes nessa situação, garantindo tranquilidade e proteção durante esse período especial. Contrato de experiência O contrato de experiência visa avaliar se um profissional tem habilidades adequadas para desempenhar eficazmente a função para a qual foi contratado. É como um período de teste, permitindo tanto ao empregador quanto ao empregado se avaliarem antes de estabelecer uma relação de trabalho mais longa e definitiva. O contrato de experiência pode durar até 90 dias, mas o empregador tem a opção de escolher uma duração menor, sendo comum contratos de 45 dias prorrogáveis por um período igual. Também é comum o prazo ser de 30 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 30 ou até mais 60 dias. Esse prazo vai ser definido pelo empregador e deve estar previsto no contrato escrito e assinado pelo trabalhador desde o início das atividades laborais. É possível que o contrato de experiência seja prorrogado por uma única vez. No entanto, é importante observar que o período total da experiência, incluindo a prorrogação, não ultrapasse o limite de 90 dias. Mas e se você descobrir que está esperando um bebê durante esse período? Fique tranquila, pois a lei está do seu lado! Gravidez durante o contrato de experiência Mesmo durante o contrato de experiência, há a proibição de que a trabalhadora grávida seja dispensada. Isso significa que, mesmo sendo um período de avaliação, sua gestação não pode ser motivo para perder o emprego. Essa proteção busca preservar principalmente os direitos e proteção da criança, sendo esse direito tão importante, que não se pode abdicar dele. É proibida a dispensa da empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, sendo que haverá essa proteção mesmo que a gestação seja descoberta durante o contrato de experiência. Afinal, a chegada de um novo membro na família é motivo de alegria e isso não deve interferir negativamente na sua trajetória profissional. É fundamental que as empresas compreendam e respeitem esse direito. A gravidez não deve ser motivo de preocupação ou insegurança no ambiente de trabalho. Se você está passando por essa fase especial da vida, saiba que a lei está do seu lado para assegurar que sua carreira não seja prejudicada. Comunicação da gestação ao empregador Quando a trabalhadora descobre sua gravidez, é importante comunicar ao empregador, para que ela não seja dispensada nesse período. No entanto, é importante esclarecer que a gestante terá o direito de não ser dispensada mesmo se não tiver comunicado a gravidez ao empregador. Isso porque o direito à estabilidade da gestante não depende dessa comunicação ao empregador. Dispensa da gestante durante o contrato de experiência Caso a trabalhadora grávida seja dispensada, mesmo no período de experiência, é importante destacar que ela tem o direito de buscar seus direitos por meio de uma ação legal. Nesse caso, a trabalhadora grávida será reintegrada ao emprego, mas se não for viável a reintegração, a empresa pode ser obrigada a efetuar o pagamento dos salários correspondentes ao período de estabilidade provisória, que se estende até cinco meses após o parto. Essa ação visa assegurar que a gestante seja protegida contra a dispensa injusta durante a gestação, garantindo seus direitos e preservando a estabilidade necessária nesse momento especial da vida. Conclusão Portanto, futuras mamães, estejam cientes dos seus direitos. Se, por acaso, enfrentarem qualquer situação desfavorável durante o contrato de experiência devido à gravidez, busquem orientação e defesa dos seus direitos. A maternidade é um momento especial, e todas as mulheres merecem ser tratadas com dignidade e respeito em todas as fases da vida profissional. Conte conosco na luta pelos seus direitos e os direitos de seu bebê. Ficou com alguma dúvida ou foi dispensada indevidamente mesmo estando grávida? Clique no botão abaixo e fale com um de nossos advogados especializados.
Trabalhador, você tem o direito de acompanhar sua esposa grávida em consultas médicas
Acompanhando sua esposa grávida: seu direito para estar presente! Sabemos que a chegada de um bebê é um momento muito especial na vida de um casal. Durante a gravidez, é importante que você, como trabalhador, esteja ao lado da sua esposa para apoiar e cuidar dela nessa jornada maravilhosa. É bom saber que você tem o direito de se ausentar em algumas situações para acompanhar sua esposa em consultas ou exames médicos durante a gravidez. Neste artigo, vamos explicar de forma simples como funciona esse direito para você poder aproveitá-lo plenamente. O direito de estar presente: Você sabia que a lei trabalhista assegura o direito do trabalhador de estar ao lado da sua esposa grávida? Essa lei reconhece a importância da sua presença durante a gestação e assegura que você possa estar presente em momentos importantes, como consultas médicas e exames complementares. Quantos dias posso me ausentar? De acordo com a lei, você tem o direito de se ausentar por até 2 dias para acompanhar sua esposa nesses momentos especiais. Isso é muito importante, pois assim você pode estar junto quando o médico fornecer informações importantes sobre a saúde da sua esposa e do bebê, além de poder participar das decisões relacionadas ao pré-natal. Como fazer uso desse direito? Para usufruir desse direito, você precisa apenas comunicar sua empresa com antecedência, informando a data e o motivo da sua ausência. Essa comunicação pode ser feita por escrito, por e-mail ou conforme as orientações internas da empresa. É importante seguir os procedimentos da empresa para evitar dificuldades. Por precaução procure guardar provas que demonstrem sua comunicação, especialmente através de mensagens trocadas com seu superior, se possível. E se a empresa recusar meu pedido? Caso a empresa se recuse a conceder esse direito, é recomendado procurar orientação jurídica. Um advogado especializado em direito trabalhista poderá ajudá-lo a entender seus direitos e tomar as medidas legais necessárias para garantir que você possa desfrutar desse direito assegurado por lei. Conclusão: É fundamental que os trabalhadores conheçam seus direitos, pois isso contribui para um ambiente de trabalho mais justo e equilibrado. O direito de se ausentar por até 2 dias para acompanhar sua esposa grávida em consultas e exames é uma forma de reconhecer a importância da sua presença nessa fase tão especial. Portanto, não hesite em exercer esse direito quando precisar, sempre respeitando as regras da sua empresa. Acompanhe sua esposa nessa jornada incrível, seja um parceiro presente e apoie-a durante esse momento único em suas vidas.
Entenda seus direitos em caso de falta de equipamentos de proteção individual (epis) no trabalho
A empresa não está fornecendo EPIS, quais são meus direitos? Trabalhar em um ambiente seguro é essencial para todos nós. Se você já se perguntou sobre seus direitos quando se trata de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), este artigo é para você. A Falta de EPIs: Um Problema Sério Imagina você indo para o trabalho todos os dias, mas não recebe os equipamentos adequados para se proteger. Isso é mais sério do que parece. Quando um empregador não fornece os EPIs necessários, está colocando em risco a sua segurança e saúde. O Que São EPIs e Por Que São Importantes? Os EPIs são ferramentas que ajudam a nos manter seguros no trabalho. Pode ser algo tão simples quanto luvas, óculos de proteção ou até mesmo um capacete. Esses itens são projetados para nos proteger de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Ambiente de trabalho seguro O fornecimento dos EPIs adequados e seu uso correto são fundamentais para garantir a segurança no trabalho. Dessa forma, por um lado a empresa tem o dever de fornecer os EPIs adequados, registrar o fornecimento em uma ficha e treinar os empregados sobre o seu uso. Por outro lado, o empregado tem o dever de usar esses EPIs, podendo sofrer penalidades caso descumpra essa obrigação. A penalidade poderá ser desde uma advertência até mesmo justa causa, dependendo da gravidade. Da mesma forma, se o seu empregador não está fornecendo os EPIs necessários, isso pode ser considerado uma falta grave. Isso significa que você pode rescindir o contrato de trabalho, buscando um ambiente mais seguro. Como Agir? Em primeiro lugar, converse com seu empregador. Antes de tomar qualquer decisão, explique suas preocupações ao seu empregador. Eles podem não estar cientes do problema. Porém, se o empregador se recusar a fornecer o EPI ou se as condições de trabalho oferecerem risco à saúde do trabalhador. Além disso, documente tudo. Mantenha registros de qualquer conversa ou situação relacionada à falta de EPIs. Se possível, tenha registro com fotos e vídeos das condições de trabalho. Isso pode ser útil caso precise comprovar suas razões. Se o empregador se recusar a fornecer o EPI ou se as condições de trabalho oferecerem risco à saúde do trabalhador, será importante ajuizar uma ação para o juiz rescindir o contrato de trabalho garantindo todos os seus direitos. Essa ação é chamada de rescisão indireta do contrato de trabalho. Rescisão indireta do contrato de trabalho A rescisão indireta do contrato de trabalho acontece quando o empregador comete erros graves, tornando difícil continuar trabalhando, como o descumprimento de regras importantes do contrato, criando um ambiente de trabalho prejudicial à sua saúde. Nesses casos, você, como trabalhador, tem o direito de encerrar o contrato, buscando ajuda legal para proteger seus direitos. Isso é como se fosse a justa causa aplicada ao empregador, que somente pode ser declarada pelo juiz, quando o empregador desrespeita de maneira séria o que foi combinado, garantindo que você possa buscar uma solução justa e legal. Quando é reconhecida a rescisão indireta do contrato de trabalho, o trabalhador recebe todos os direitos , como se fosse mandado embora sem justa causa. Isso inclui, aviso prévio, férias, 13º salário, FGTS + 40%, além da possibilidade de receber seguro desemprego. Conclusão A ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) pode levar a acidentes sérios e doenças relacionadas ao trabalho, colocando em perigo a saúde e a vida do trabalhador. Mas lembre-se sempre: sua segurança é prioridade! Não hesite em tomar medidas para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável. Juntos, podemos garantir que todos tenhamos o direito a um local de trabalho protegido.
Entenda como o reconhecimento de período trabalhado sem carteira assinada pode aumentar o valor da sua aposentadoria.
A aposentadoria é um momento importante na vida de muitas pessoas, pois marca o fim da vida profissional e o começo de uma nova fase. No entanto, às vezes, pode acontecer de a aposentadoria ter sido calculada de forma errada, sem considerar todos os empregos que você teve ao longo da vida. Felizmente, existe uma solução chamada “Revisão de aposentadoria com reconhecimento de vínculo trabalhista” que pode ajudar a corrigir essas falhas e garantir que você receba o benefício que realmente merece. O que é uma revisão de aposentadoria? A revisão de aposentadoria é um procedimento em que você pede ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para verificar se o cálculo da sua aposentadoria foi feito corretamente, ou se não foram considerados todo o tempo de contribuição que você efetivamente trabalhou ou seus salários. Isso é importante porque, se houver erros ou informações faltando, o valor da sua aposentadoria pode ter sido calculado com valor menor do que deveria. O que é a Revisão de aposentadoria com reconhecimento de vínculo trabalhista? A revisão de aposentadoria com reconhecimento de vínculo trabalhista é um tipo específico de revisão. Ela se aplica quando você trabalhou em empregos que não foram considerados no cálculo da sua aposentadoria. Por exemplo, se você teve um emprego sem registro em carteira ou se a empresa onde trabalhou não pagou corretamente as contribuições para o INSS, esses empregos podem não ter sido contabilizados na sua aposentadoria. Nos casos em que a pessoa trabalhou sem carteira assinada, a partir do momento que, judicialmente, por meio de uma Ação Trabalhista, você tem reconhecido estes vínculos empregatícios, você pode realizar a averbação da sentença trabalhista, perante o INSS, que nada mais é do que apresentar ao INSS o pedido de revisão de aposentadoria juntamente com a sentença judicial que reconheceu seu vínculo de emprego. O mais interessante é que o empregado não fica limitado ao prazo de 2 anos a partir do fim do vínculo para ingressar com essa Ação Trabalhista para reconhecimento de vínculo empregatício, mas, para fazer a revisão basta que ele seja exercido dentro dos 10 anos que o aposentado tem para revisar sua aposentadoria. Assim, com essa revisão, você pode pedir ao INSS para reconhecer esses períodos trabalhados sem carteira assinada e incluí-los no cálculo da sua aposentadoria e isso pode aumentar o valor do seu benefício. Quem pode ter direito a essa revisão? Todas as pessoas que percebem que faltam informações sobre seus empregos anteriores no cálculo da aposentadoria podem solicitar essa revisão. Isso inclui: 1. Pessoas que trabalharam em empregos sem carteira assinada; 2. Trabalhadores que tiveram empregos em empresas que não pagaram as contribuições para o INSS corretamente. 3. Aposentados que percebem que falta algum período de trabalho no cálculo da aposentadoria. Quais documentos são necessários para essa revisão? Para solicitar a revisão de aposentadoria com reconhecimento de vínculo empregatício, você precisará dos seguintes documentos: 1. Documentos pessoais: RG, CPF, comprovante de residência, certidão de nascimento ou casamento; 2. Processo/sentença trabalhista: processo trabalhista acompanhado de sentença judicial que reconheceu os vínculos empregatícios não considerados pelo INSS; 3. Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS): Se tiver, para comprovar vínculos empregatícios. 4. Holerites e contratos de trabalho antigos: Se tiver, para provar períodos de trabalho não reconhecidos. 5. Documentos da empresa: Se possível, documentos da empresa onde trabalhou, como CNPJ, contratos sociais e recibos de pagamento. 6. Comprovantes de pagamento ao INSS: Para demonstrar que as contribuições foram feitas corretamente. A revisão de aposentadoria com reconhecimento de vínculo empregatício é uma oportunidade importante para garantir que você esteja recebendo o valor correto da sua aposentadoria. Se você suspeitar que há informações faltando ou incorretas no seu cálculo de aposentadoria, não hesite em buscar o aconselhamento de um advogado. No Escritório Adalton Lúcio Cunha Sociedade de Advogados, nosso time conta com profissionais especializados na área trabalhista e previdenciária que atuam, em todo o Brasil, conjuntamente, para que você possa correr atrás do seu direito à Revisão de aposentadoria para reconhecimento de vínculo trabalhista.
Entenda sobre o direito de garantia de emprego do trabalhador que sofreu acidente de trabalho.
No nosso dia a dia, estamos expostos a diversos riscos, inclusive no ambiente de trabalho. Infelizmente, acidentes podem acontecer, mas é fundamental saber que existe uma proteção importante para os trabalhadores: a garantia de emprego, que significa que o trabalhador não pode ser mandado embora. Neste artigo, vamos explicar de forma simples e clara o que é essa garantia e como funciona após um acidente de trabalho. O que é a garantia de emprego? A garantia de emprego é um direito que protege o trabalhador em situações específicas, como quando ele sofre um acidente de trabalho. Basicamente, significa que o empregador não pode demitir o funcionário durante um determinado período, oferecendo segurança e estabilidade nesse momento delicado. Depois que um trabalhador sofre um acidente de trabalho e recebe auxílio-doença, ele tem o direito à estabilidade provisória. Isso significa que o empregador não pode demiti-lo por um período de 12 meses após o término do auxílio-doença. Para que esse direito seja concedido, é necessário que o afastamento seja superior a 15 dias. A principal vantagem da garantia de emprego é a segurança de que o trabalhador tem de não poder ser demitido enquanto estiver se recuperando do acidente. Assim, durante a garantia de emprego, o contrato de trabalho não pode ser rescindido sem uma justa causa comprovada. Isso garante uma tranquilidade maior ao funcionário, permitindo que ele se concentre na sua recuperação sem se preocupar com a perda do emprego. Além disso, durante esse período, a empresa precisa depositar o FGTS normalmente e pagar os benefícios estabelecidos em convenção ou acordo coletivo. É importante destacar que a empresa não pode cancelar e nem suspender o plano de saúde no período em que o trabalhador estiver afastado em decorrência do acidente de trabalho. Em caso de acidente de trabalho, é fundamental conhecer seus direitos. A garantia de emprego oferece amparo ao trabalhador, garantindo sua estabilidade e proteção durante o período de recuperação. É importante ressaltar que essa garantia não é vitalícia, mas proporciona um tempo de segurança e tranquilidade nesse momento delicado. Se você sofreu um acidente de trabalho e está com dúvidas sobre seus direitos, é altamente recomendado buscar orientação jurídica especializada. Um advogado trabalhista poderá analisar seu caso de forma personalizada e auxiliá-lo para que seus direitos sejam garantidos. Lembre-se sempre: a sua saúde e a sua segurança são prioridade, e a legislação está do seu lado para proteger seus interesses.
Entenda os direitos das gestantes: tudo que você precisa saber sobre faltas no trabalho durante a gravidez.
A gravidez é um período de grandes mudanças na vida de uma mulher. Além das transformações físicas e emocionais, as trabalhadoras grávidas também enfrentam desafios no ambiente de trabalho. Uma questão importante que muitas vezes surge é como lidar com as faltas durante a gestação. Neste artigo, explicaremos sobre as faltas da trabalhadora grávida e quais as consequências legais, bem como a importância de apresentar atestados médicos quando necessário. É importante entender que faltar ao trabalho sem nenhuma justificativa, pode trazer algumas consequências para todo trabalhador, inclusive para as trabalhadoras grávidas. Se uma trabalhadora grávida falta ao trabalho sem justificativa válida, ela pode ser penalizada pela empresa (com advertências e até mesmo justa causa, em casos mais graves), além de ter descontado o valor do dia de trabalho e do descanso remunerado. É importante que as trabalhadoras grávidas entendam que a saúde dela e a do bebê são prioridades. Assim, se você estiver passando mal e não estiver em condições de trabalhar, é essencial que você apresente um atestado médico ao empregador, especialmente para para que a empresa não aplique nenhuma punição e nem realize os descontos em seu salário. O atestado médico é um documento emitido por um profissional de saúde que confirma sua condição e a necessidade de se ausentar do trabalho devido a problemas de saúde. Esse documento é fundamental para justificar sua falta. Assim que você souber que não poderá comparecer ao trabalho devido a problemas de saúde relacionados à gravidez, comunique seu empregador o mais cedo possível. Isso permite que eles se planejem para sua ausência e que você apresente o atestado médico a tempo e, principalmente, isso evita que a empresa aplique nenhuma punição e nem realize os descontos em seu salário. Por precaução, procure guardar provas que demonstrem sua comunicação, especialmente através de mensagens trocadas com seu superior, se possível. Além disso, guarde sempre foto dos atestados médicos que você apresenta para a empresa. Caso você sofra prejuízos ou até mesmo perseguições de seu empregador pela apresentação de atestados médicos (o que é proibido!), será muito importante ter guardadas essas provas. As faltas da trabalhadora grávida são uma questão delicada. Evitar faltas injustificadas é importante para manter um bom relacionamento com o empregador e evitar possíveis implicações legais. No entanto, em casos de problemas de saúde relacionados à gravidez, é fundamental apresentar atestados médicos para abonar essas faltas. Lembre-se de que sua saúde e a do seu bebê são prioridades, e você tem o direito de buscar assistência médica quando necessário. É sempre aconselhável buscar orientação legal em caso de dúvidas ou disputas com o empregador relacionadas às faltas durante a gravidez.
Você trabalha sem carteira assinada? Saiba como ter acesso a direitos trabalhistas.
Muitas pessoas trabalham sem ter a carteira de trabalho assinada e não sabem que ainda possuem direitos trabalhistas garantidos. Neste artigo, queremos explicar que, se você trabalha regularmente, seguindo ordens de um superior, de forma pessoal e com pagamento em troca, você pode ter esses direitos. Vamos mostrar quais são eles e como você pode agir para garantir o que é seu. O que é importante para ter direitos trabalhistas: A primeira coisa que precisa ser esclarecida é que alguns trabalhadores têm direito de ter a carteira assinada. Isso porque existem tipos de trabalhadores, como estagiários, trabalhadores voluntários, entre outros, que, em regra, não possuem o direito de ter a carteira de trabalho assinada. Para ter direitos trabalhistas mesmo sem a carteira assinada, é preciso que você tenha todas essas características: 1) Trabalhar com frequência para o mesmo empregador: isso significa que você trabalha de forma constante e contínua, não apenas de vez em quando. 2) Seguir ordens do chefe : você segue as ordens de um superior, recebe instruções sobre como realizar o trabalho e está sob a supervisão de alguém na empresa. 3) O trabalho é realizado por você e não pode ser substituído por outra pessoa, a não ser que seja com sua concordância. 4) Você recebe um pagamento, uma remuneração, em troca do seu trabalho, seja ela em dinheiro ou em benefícios. Conheça seus direitos: Mesmo sem ter a carteira assinada, se você trabalha regularmente, seguindo ordens de um superior, de forma pessoal e com pagamento em troca, você pode ter esses direitos, por exemplo: – Receber salário mínimo; – Receber horas extras, caso trabalhe além da jornada normal. – Receber pelos dias de descanso: É importante garantir que você tenha seu tempo de descanso semanal e que ele seja remunerado; – Tirar e receber férias; – Receber 13o salário; – FGTS e seguro-desemprego: Você deve ter a garantia de que seus depósitos de FGTS estejam sendo realizados e, em caso de demissão sem justa causa, ter direito ao seguro-desemprego. O que fazer para garantir seus direitos: Se você trabalha sem carteira assinada, com as características mencionadas acima, e deseja garantir seus direitos, siga estas orientações: – Guarde provas: Procure guardar provas que demonstrem sua regularidade de trabalho, como recibos de pagamento, mensagens trocadas com seu superior ou registros de horário, se possível. – Busque orientação: Consulte um advogado especializado em direito trabalhista. Eles poderão analisar seu caso e orientar sobre os direitos a que você tem acesso. – Tome medidas legais: Se necessário, seu advogado poderá ingressar com uma ação judicial para que seus direitos sejam reconhecidos e garantidos. – Denuncie se necessário: Caso estejam ocorrendo abusos ou desrespeito aos seus direitos, é possível fazer uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho, que tomará as medidas cabíveis. Conclusão Se você trabalha sem carteira assinada, com as características mencionadas acima, saiba que você ainda possui direitos trabalhistas que devem ser respeitados. Lembre-se de buscar orientação legal e tomar as medidas necessárias para garantir o que é seu por direito. Esperamos que este artigo tenha esclarecido suas dúvidas e que você possa agir para garantir seus direitos trabalhistas, mesmo sem a carteira assinada.
Descubra agora os seus direitos com o auxílio acidente!
Você sabia que existe um benefício importante que pode fazer toda a diferença em sua vida em casos de sequela definitiva por acidente? É o auxílio-acidente, e queremos explicar tudo sobre ele! O que é o auxílio-acidente? O auxílio-acidente é um benefício pago pelo INSS aos segurados que sofrem uma sequela definitiva devido a um acidente, seja ele de trabalho ou de outra natureza, desde que afete a capacidade de trabalhar. Vamos a um exemplo prático: Imagine João, que trabalha como soldador na empresa SÓ AÇOS. Um dia, ele sofreu um acidente e lesionou gravemente o joelho esquerdo. Após cirurgia, João recebe a notícia de que seu joelho nunca mais será o mesmo, afetando sua capacidade de subir e descer escadas. Nesse caso, ele pode ter direito ao auxílio-acidente. Qual é o valor do auxílio-acidente? O auxílio-acidente atualmente corresponde a 50% da média de todos os seus salários desde julho de 1994. O auxílio-acidente substitui o salário? Não, o trabalhador continuará recebendo seu salário normalmente, além do auxílio-acidente que será pago pelo INSS. Quem pode receber o auxílio-acidente? O auxílio-acidente é destinado a empregados urbanos e rurais, empregados domésticos, segurados especiais e trabalhadores avulsos. No entanto, é importante destacar que a legislação previdenciária exclui essa possibilidade para segurados facultativos (como domésticas ou pessoas desempregadas) e contribuintes individuais (empresários). O auxílio-acidente é vitalício? Não, o benefício de auxílio-acidente é pago apenas até a aposentadoria ou até o óbito do beneficiário. Como solicitar o auxílio-acidente? Você pode solicitar o auxílio-acidente diretamente no INSS pelo site https://meu.inss.gov.br, tendo em mãos seu CPF e senha, ou pelo telefone 135, com seus documentos pessoais. Uma perícia médica será agendada, onde você deve apresentar laudos médicos que comprovem a sequela definitiva. E se o benefício for negado? Caso o benefício seja negado, você pode recorrer ao INSS ou acionar um advogado especializado em direito previdenciário. Os recursos no INSS podem demorar, e muitas vezes a melhor alternativa é buscar orientação jurídica para garantir seus direitos da maneira mais eficaz. O INSS é obrigado a conceder o auxílio-acidente se recebi auxílio-doença e tive sequelas? Sim! Muitos desconhecem esse direito valioso. Se você sofreu um acidente, afastou-se e, em seguida, desenvolveu uma sequela definitiva que afeta seu trabalho, o INSS é obrigado a conceder o auxílio-acidente automaticamente quando encerrar seu auxílio-doença. Por exemplo, se você se afastou em 2019, teve uma sequela definitiva e o INSS não concedeu o auxílio-acidente, você pode ter direito a retroativos de pelo menos 4 anos! Não deixe que seus direitos sejam ignorados. Conte com a expertise de um advogado especializado para defender o que é seu por direito! Para mais informações e orientações personalizadas, entre em contato conosco. Estamos aqui para ajudar você a garantir seus direitos no trabalho.
Proteja seus direitos durante a gravidez!
A notícia de uma gravidez traz consigo uma enxurrada de emoções, não é mesmo? A alegria da maternidade se mistura com inseguranças e temores relacionados ao seu emprego, pois o receio de ser mal acolhida no ambiente de trabalho e a preocupação com a possibilidade de demissão são sentimentos compreensíveis e válidos. Entretanto, é fundamental lembrar que, durante esse período especial, você merece cuidados e proteção, tanto para o seu bem-estar quanto para a saúde do seu bebê. Diante desse cenário de incerteza, é vital que você conheça seus direitos e proteções como trabalhadora grávida. A importância de você conhecer os seus direitos Em primeiro lugar, é crucial saber que a lei oferece proteções específicas para garantir que você não seja dispensada injustamente devido à gravidez. Essas proteções foram estabelecidas para assegurar que você não seja discriminada devido à gestação e possa continuar trabalhando com tranquilidade durante essa fase especial. Dispensa durante a gravidez é ilegal! A legislação trabalhista é clara: dispensar uma trabalhadora devido à gravidez é considerado discriminação e é estritamente proibido. Se você for dispensada enquanto estiver grávida, saiba que isso é ilegal. Proteção contra discriminação A discriminação relacionada à gravidez é inaceitável e ilegal. Caso suspeite que foi dispensada devido à sua gestação ou enfrentou discriminação no trabalho por estar grávida, é fundamental buscar orientação legal. Você tem o direito de ser tratada com respeito e igualdade, independentemente do seu estado de gravidez. Benefícios e licenças maternidade Além dos direitos relacionados à dispensa, você conta com benefícios e licenças-maternidade para proteger seus interesses financeiros durante a gestação e após o parto. Esses benefícios incluem licenças remuneradas e proteções contra a perda de benefícios médicos enquanto estiver fora do trabalho. Trabalhadora grávida não pode ser dispensada A lei garante que você não pode ser dispensada sem justa causa durante o período da gravidez e até cinco meses após o parto. Isso significa que você tem o direito de manter seu emprego e não pode ser demitida durante esse período, a menos que ocorra uma justa causa. Importância de comunicar a gravidez ao empregador É crucial que você comunique sua gravidez ao empregador, apresentando um documento que comprove a gestação. Para sua proteção, mantenha um registro dessa comunicação, seja por e-mail, carta registrada ou até mesmo mensagem de WhatsApp. Assim, você terá provas de que informou sobre sua condição, o que pode ser útil em caso de desrespeito à estabilidade provisória. O que fazer em caso de dispensa durante a gravidez? Se você for dispensada durante a gravidez, tome medidas para proteger seus direitos: a) Documente a demissão: Mantenha registros das conversas com seu empregador relacionadas ao trabalho, gravidez e dispensa, incluindo mensagens de texto, e-mails ou qualquer tipo de comunicação. b) Consulte um advogado: Busque orientação de um advogado trabalhista que analisará sua situação e determinará as medidas legais apropriadas para proteger seus direitos. c) Conheça seus direitos: Esteja ciente das leis trabalhistas e saiba que você, como trabalhadora grávida, tem direitos. d) Denuncie a discriminação: Se acreditar que foi demitida injustamente devido à gravidez, denuncie a discriminação às autoridades competentes, se necessário. Conclusão A gravidez nunca deve ser motivo para demissão! Você possui direitos e proteções legais que garantem que desfrute plenamente deste momento único em sua vida, sem se preocupar excessivamente com sua segurança financeira. Se for injustamente dispensada durante a gravidez, é fundamental buscar orientação legal e agir para proteger tanto seus direitos quanto o bem-estar de sua família. Afinal, a maternidade é uma fase singular que merece ser vivida com tranquilidade e apoio. Estamos aqui para apoiá-la e proteger seus direitos. Não hesite em entrar em contato conosco para obter mais informações e orientações personalizadas.
Conheça agora os seus direitos após um acidente de trabalho!
Nada é mais importante do que a saúde e a segurança dos trabalhadores, não é mesmo? Enfrentar um acidente de trabalho é uma das situações mais desafiadoras que alguém pode vivenciar. Além da dor física, surge o receio sobre a recuperação e a capacidade de retomar as atividades profissionais. Há também a preocupação com a sustentação financeira da família durante a recuperação e o medo de ser dispensado e desamparado em meio a tudo isso. No entanto, é fundamental que você saiba que existem direitos assegurados para protegê-lo nesse momento difícil. O que fazer após um acidente de trabalho? Em caso de acidente de trabalho, a saúde e a segurança são prioridades máximas. A primeira ação é buscar atendimento médico imediato. Além disso, é essencial comunicar o acidente ao empregador ou ao departamento de segurança da empresa para que seja emitida a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). A CAT é fundamental para registrar e documentar o acidente, comprovando sua ocorrência e acionando os mecanismos de proteção e assistência ao trabalhador estabelecidos pela legislação. Se a empresa se recusar a emitir a CAT, ela pode ser feita por outras entidades. Quando o acidente resulta em incapacidade para o trabalho por mais de 15 dias, é importante afastar-se pelo INSS. O afastamento garante o benefício por incapacidade temporária acidentária (Auxílio-Doença Acidentário – B91), que substitui a remuneração durante a recuperação. Outros direitos do trabalhador acidentado Além das lesões físicas e do impacto emocional, é crucial conhecer seus direitos para enfrentar esse momento desafiador: Assistência médica e benefício pelo INSS: O trabalhador acidentado tem direito a assistência médica adequada e ao benefício do INSS, que garante estabilidade financeira durante a recuperação. Estabilidade Provisória: Após o retorno ao trabalho, o trabalhador possui um ano de garantia de emprego, protegendo-o contra demissões sem justa causa. FGTS durante o afastamento: Durante o período de afastamento pelo INSS, a empresa deve continuar recolhendo o FGTS normalmente. Indenização por danos morais, materiais e estéticos: Em casos graves, com danos permanentes ou limitações, é possível buscar uma indenização na justiça para reparar os prejuízos e melhorar a qualidade de vida. Pensão por incapacidade permanente ou morte: Em casos de incapacidade permanente ou falecimento, o direito a uma pensão especial é assegurado para garantir sustento ao trabalhador afetado ou a seus dependentes. Conclusão Conhecer seus direitos e cuidar da saúde são passos fundamentais após um acidente de trabalho. A comunicação do acidente e o afastamento pelo INSS são medidas essenciais para garantir proteção adequada. Cada caso é único e pode envolver outros direitos específicos além dos mencionados. Nesse contexto, contar com a assistência de um advogado especializado em direito trabalhista é essencial para garantir que seus direitos sejam plenamente protegidos. Não deixe que a incerteza e o medo dominem esse momento! Conte conosco para ajudar você a enfrentar essa situação com segurança e confiança. Para obter mais informações e orientações personalizadas, entre em contato conosco. Estamos aqui para lutar pelos seus direitos!
Saiba agora como os atrasos no salário e falta de depósito do fgts te darão direito a sair do emprego
Sabemos o quanto o trabalho é essencial para todos nós. Afinal, é por meio dele que garantimos nosso sustento e construímos nossos sonhos e planos para o futuro. Porém, para que essa relação empregador-empregado funcione da melhor maneira possível, é crucial entendermos nossos direitos e deveres. Imaginemos a seguinte situação: você trabalha incansavelmente, mas seu empregador não paga seu salário em dia e negligencia os depósitos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), como exige a lei. Além de ser injusto, essa situação pode desencadear sérios problemas financeiros para você e sua família. Nesses momentos difíceis, é essencial que o trabalhador saiba que tem o direito de encerrar o contrato de trabalho sem perder seus direitos. Como isso funciona? Vamos explicar de maneira simples. QUANDO O TRABALHADOR PODE PEDIR O FIM DO CONTRATO? Há situações em que o empregador deixa de cumprir os direitos do trabalhador, cometendo faltas que podem ser consideradas graves. Nestes casos, o empregado tem o direito de encerrar o contrato de trabalho por culpa do empregador, o que chamamos de “rescisão indireta.” Essas faltas do empregador que podem levar ao fim do contrato precisam ser graves e específicas, como atrasos frequentes nos pagamentos salariais e a omissão nos depósitos do FGTS. Quando o empregador não cumpre suas obrigações legais e contratuais, isso é motivo suficiente para que o trabalhador solicite o encerramento do contrato (rescisão indireta). QUAIS SÃO OS DIREITOS DO TRABALHADOR? Nessas situações, o contrato de trabalho se encerra devido à falta grave do empregador, e ele deve pagar todos os direitos, como se o empregado estivesse sendo demitido sem justa causa. Isso inclui: – Aviso prévio – Férias + 1/3 – 13º salário – FGTS + multa de 40% Além da multa de 40%, o empregado também pode sacar o saldo acumulado do FGTS durante o período de trabalho. Dependendo da situação, o empregado pode ter direito ao seguro-desemprego, se atender aos requisitos. COMO FUNCIONA? Para garantir seus direitos, o empregado precisa solicitar o encerramento do contrato quando o empregador comete essas faltas graves. Infelizmente, isso não acontece automaticamente. Para iniciar esse processo, é fundamental buscar a orientação de um advogado especializado em direito trabalhista. A rescisão indireta é um passo importante que pode impactar significativamente sua vida financeira, e ter um advogado experiente ao seu lado é essencial para defender seus interesses da melhor maneira possível. CONCLUSÃO A rescisão indireta é um recurso importante para os trabalhadores que enfrentam atrasos nos salários e a falta de depósito do FGTS por parte do empregador. É uma forma de garantir que seus direitos sejam respeitados. No entanto, lembre-se de que este é um processo legal que requer a orientação de um advogado especializado em direito trabalhista. Com a assistência adequada, você pode tomar as medidas necessárias para proteger seus interesses e buscar uma solução justa para sua situação. Não deixe que os seus direitos sejam ignorados. Conte com a expertise de um profissional para defender o que é seu por direito! Para mais informações e orientações personalizadas, entre em contato conosco. Estamos aqui para ajudar você a garantir seus direitos no trabalho.
Auxílio-acidente: um benefício ainda pouco conhecido pelos segurados
O auxílio-acidente é um benefício indenizatório pago pelo INSS, nos casos de acidentes e doenças, de qualquer natureza, quando resultam em sequelas definitivas que reduzem a capacidade laborativa do segurado, nos termos do art. 86 da Lei 8213. Em muitos casos, o auxílio-acidente é concedido logo após o auxílio-doença. Isto quer dizer que, após o fim do benefício por incapacidade temporária (assim denominado atualmente o auxílio-doença), o segurado que apresenta uma perda permanente na capacidade de exercer seu trabalho, ainda que seja uma perda mínima, fará jus ao auxílio-acidente. Entretanto, o que muita gente não sabe é o que o benefício deve ser concedido de forma automática. Ou seja, independentemente de requerimento do segurado. Nestes casos, cumpre ao INSS, mediante a realização de perícias, acompanhar e verificar se o segurado apresentará alguma sequela definitiva incapacitante. Vale destacar que a conversão automática do benefício de auxílio-doença em auxílio-acidente é de fato a medida mais adequada, já que o INSS, na carta de concessão do benefício por incapacidade temporária, nada menciona sobre o benefício acidentário. Da leitura da carta, conclui-se que o segurado possui somente duas opções: agendar uma perícia de prorrogação, caso perceba que ainda não tem condições de exercer as atividades laborativas, ou retornar ao trabalho, caso já se sinta apto. Não existe um meio termo nas orientações do INSS. Ou o segurado está totalmente capaz ou totalmente incapaz. Não é apresentado a ele uma terceira hipótese, que seria a perda parcial da capacidade laborativa. Assim, muitas vezes, o segurado sequer sabe da existência do benefício de auxílio-acidente e o que lhe resta, caso apresente uma sequela incapacitante, é retornar ao trabalho sem nenhuma proteção previdenciária. No âmbito judicial, vale mencionar que o Superior Tribunal de Justiça (STJ), através do Recurso Especial 1786736, publicado em 01/07/2021, definiu que termo inicial do auxílio-acidente será o dia seguinte ao do auxílio-doença. Tal entendimento é reforçado pelo fato de que, na grande maioria dos casos, quando o segurado toma ciência do direito (através de um familiar ou amigo), já se passaram meses ou até anos. Neste sentido, ao ajuizar uma ação judicial, o segurado terá direito, em caráter indenizatório, a todo o período retroativo até a sua aposentadoria. Assim, diante de todo o exposto, qualquer conclusão diferente por parte dos magistrados e Tribunais, tais como a exigência de prévio requerimento administrativo do auxílio-acidente ou mesmo a limitação do período retroativo, representam uma grave violação do princípio previdenciário da Universalidade da Cobertura e do Atendimento, descrito no art. 194 , parágrafo único , inciso I, da Constituição Federal , haja vista a precariedade das orientações e da publicidade do benefício pelo INSS, além da ausência de popularidade do auxílio-acidente que, diferentemente dos benefícios por incapacidade, comumente chamados de “afastamentos”, este ainda não está “na boca do povo”, o que representa um grande prejuízo aos segurados em geral. Texto escrito por Luiza Soares Miranda, advogada inscrita na OAB/MG 201.910, atua na área de direito previdenciário no escritório Adalton Lúcio Cunha Sociedade de Advogados.
Direito Previdenciário com a advogada Dra Luiza Soares
Diferenciação normativa entre servidores públicos efetivos e segurados do RGPS A Reforma da Previdência trouxe prejuízos consideráveis para os segurados. Dentre eles, podemos mencionar a forma de cálculo dos benefícios. No caso da aposentadoria por invalidez, atualmente denominada aposentadoria por incapacidade permanente, prevista no artigo 42 da Lei 8.213/91, o cálculo que antes era realizado com base na média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição (desde 07/1994), agora é realizado com base nos 60% da média de todos os salários de contribuição (desde 07/1994), acrescidos de 2% a cada ano que ultrapassar os 15 anos para a mulher e os 20 anos para o homem. Evidentemente que houve um duplo prejuízo aos segurados. Não obstante, algumas situações ainda autorizam o recebimento integral do benefício. Ou seja, o trabalhador terá direito à 100% da média de todos os salários de contribuição (desde 07/1994). É o caso da incapacidade proveniente de acidente de trabalho, da doença profissional e da doença do trabalho, conforme previsto no art. 26, § 3, inciso II, da Emenda Constitucional 103/2019. Contudo, no caso dos servidores públicos, de acordo a previsão legislativa do respectivo ente federativo, as possibilidades de recebimento integral do benefício são um pouco mais extensas, abrangendo também a hipótese de doenças graves, nos termos do art. 186, § 1º da Lei 8112/90. Neste sentido, a grande questão que se apresenta é a seguinte: o segurado que contribui para o Regime Geral da Previdência Social (RGPS) também não deveria ter o direito à aposentadoria integral por incapacidade permanente decorrente de doença grave? É cediço que as doenças graves previstas na legislação autorizam a isenção do período de carência para os benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por incapacidade permanente aos segurados do RGPS, nos termos do art. 151 da Lei 8213/94. Todavia, há uma clara restrição legislativa quanto à possibilidade de recebimento da integral da aposentadoria pelos portadores de doenças graves do referido regime. Vale mencionar que a referida omissão somente foi introduzida com a Reforma da Previdência de 2019, já que a antiga aposentadoria por invalidez era concedida de forma integral em todos os casos. Assim, o tratamento desigual dado pela legislação entre os segurados do regime geral e os servidores públicos efetivos, cujo ente federativo autorize o recebimento integral do benefício nos casos de doenças graves, fere o princípio básico de igualdade previsto no art. 5º, caput, da Constituição Federal, haja vista a limitação de um direito social do cidadão, cuja proteção deveria ser garantida pela previdência social e, em sentido maior, pela própria seguridade social. Desta forma, cabe aos operadores do Direito o debate e aprofundamento sobre a matéria, ocasião em que constatarão a necessidade da previsão legislativa quanto à hipótese de recebimento integral da aposentadoria por incapacidade permanente decorrente de doenças graves de forma mais ampla, haja vista se tratar de um direito social que deve ser tutelado sem distinções entre servidores públicos efetivos e segurados do regime geral de previdência social. Advogada Dra. Luiza Soares OAB/MG 201.910





















